domingo, 10 de dezembro de 2017
Intervenção RAN.ÇUS - Stop Motion Final
Stop Motion final da proposta de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg), na tentativa de possibilitar uma visualização específica das possíveis interações desejadas entre usuários e obra.
sábado, 9 de dezembro de 2017
Intervenção RAN.ÇUS - Caderno Técnico
A fim de apresentar as intenções e interações visadas com a intervenção na "Praça Doutor Prado"- que visa melhorar as problemáticas encontradas nela -, em Diamantina - MG, fora elaborado o seguinte caderno técnico. Esse, tem o intuito de explicar e exemplificar os métodos e as necessidades de implementação da obra.
Caderno em PDF - Versão para impressão (Para visualizá-lo clique na imagem abaixo).
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Crítica à Exposição - "Sobre a Tirania"
A exposição consiste em cartazes - criados por artistas distintos -, que discutem assuntos
contemporâneos, a partir de considerações do século XX – que podem ser percebidos facilmente por uma ampla gama de
público, não sendo destinada somente à certa classe, que possui certo
conhecimento -, de modo exploratório e interessantes no quesito do design. Os
métodos de disposição dos textos, assim como fontes e cores utilizadas,
demonstram o papel deles em influencias à leitura e a percepção do público
sobre aquele encarte/texto. A conexão entre os cartazes e o tom de continuidade
são interessantes no momento único da exposição, contudo, algo eficaz é o
fato que os cartazes trabalham, também sozinhos, sem precisar exclusivamente da
dependência entre eles.
domingo, 3 de dezembro de 2017
Intervenção RAN.ÇUS - Praça Dr. Prado - Stop Motion II (Planejamento Final)
Segundo stop motion da proposta de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg), na tentativa de possibilitar uma visualização específica das possíveis interações desejadas entre usuários e obra.
(Planejamento para vídeo final - pré entrega)
(Planejamento para vídeo final - pré entrega)
Problematização considerada: Falta de personalidade no espaço, desuso demasiado, falta de exploração, falta de interação interpessoal, monocromia do local (não convidativa).
Idealização: labirinto de "paredes" móveis, nas quais se encontram tipos distintos de características - a fim de provocar sensações diversas -, com intuito de causar uma maior exploração e a capacidade de alteração espacial por parte dos usuários, respectivamente.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Crítica à Exposição - "Ex-África"
De cunho demonstrativo, imersivo e de contemplação, a
exposição “Ex-áfrica” traz consigo um olhar pessoal das características, da cultura, dos entraves raciais, dos fatos históricos e dos métodos cotidianos
africanos. Suas fotografias, gravuras, imagens diversas, assim como objetos,
vídeos, imersões e etc., causam no expectador uma imersão rica no meio
pretendido. Apesar dos cenários caóticos retratados nos períodos propostos, a cultura
e suas vertentes fazem-se presentes e preciosas - tais cenários, em tom crítico, estão presentes também no âmbito cultural, revelando os passos histórico-sociais do povo citado.
Uma das experiências ao meu ver, mais marcante dá-se pela incorporação das
músicas da região num ambiente de imersão – além do conhecimento a respeito da
cultura e da aproximação com ela, é vista uma possível interação e um
afundamento na realidade ali contida.
Por fim, a articulação entre as peças dos diversos autores,
adjunto do caráter critico contido nelas, mostra-se intuitivo e explicativo por
si só – apesar da presença de escritos em língua estrangeira, que pode criar certa
barreira para expectadores mais leigos -, ambas se encaixam bem em nos amplos contextos,
conversando entre si.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Critica à Exposição - "Faça Você Mesmo Sua Capela Sistina", por Pedro M. Bernardes
Com questionamentos diversos, porém, de maior presença, a
dualidade entre religião e sexo, a exposição “Faça Você Mesmo Sua Capela
Sistina” possui uma gama de pinturas e colagens com enfoques variados e
interessantes. Pedro M. Bernardes, ex-aluno de Belas Artes da UFMG, deixou registrado,
nas imagens contidas na mostra, um convite ao novo olhar das relações humanas
transpassadas culturalmente, entre gerações. Segundo Pedro, ao analisar o bombardeio
de informações contidas ali, deve-se perceber a não existência de “distância entre
intensão e gesto” – ou seja, não há separação entre visão e ação.
Por fim, percebe-se também a relação de dominância do homem
e seus “objetos” utilitários cotidianos, a sensação do prazer em disfrutar
daqueles e, também, a desmistificação – ou não – desse prazer.
domingo, 19 de novembro de 2017
Intervenção RAN.ÇUS - Praça Dr. Prado - Stop Motion
Stop motion da proposta de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg), na tentativa de possibilitar uma visualização específica das possíveis interações desejadas entre usuários e obra.
Problematização considerada: Falta de personalidade no espaço, desuso demasiado, falta de exploração, falta de interação interpessoal, monocromia do local (não convidativa).
Idealização: labirinto de "paredes" móveis, nas quais se encontram tipos distintos de características - a fim de provocar sensações diversas -, com intuito de causar uma maior exploração e a capacidade de alteração espacial por parte dos usuários, respectivamente.
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Repost: Crítica - Residência Oswald Andrade, A partir da discussão de FLUSSER
Ao analisar a casa desenvolvida por Oscar Niemeyer – para Oswald De Andrade –
utilizando dos conceitos de programática (FLUSSER,V), pode-se
perceber algumas disparidades entre intenção e execução. Nesse contexto, é
viável citar a grande diversidade de opções possibilitadas ao pátio aberto e,
em contraste, a falta de liberdade de composição de ambientes internos, que
acaba por limitar a programaticidade e a característica flexível e/ou
polivalente dos espaços.
O pátio, supracitado, contém características de adesão e envolvimento dos
usuários com a obra – o piso interno que se projeta para o
exterior (HERTZBERGER) é algo que
adequa usuários ao meio. Além disso, a integração entre o interno e o externo é
corroborada também pela adoção da fachada livre (LE CORBUSIER) e pela
pequena praça existente no gramado (defronte a residência) – adjunto da
integração, que busca, aparentemente, ser convidativa ao usuário, entre o piso
do espaço aberto e o caminho de percurso até a casa. Assim, existe,
parcialmente, uma abertura de variâncias de uso do espaço.

Em contrapartida, a priorização da estética por parte de Oscar – aparentemente
– torna a estrutura limitada e a organização interna finalística. É
sabido que, considerando a Tríade Vitruviana,
uma obra arquitetônica deve possuir, em equilíbrio, as características
fundamentais: funcionalidade, solidez e beleza. Quando Niemeyer
decide seu foco na função estética da residência (as lajes
inclinadas e côncava), acaba por limitar o uso do espaço interno e, por
conseguinte, exclui diversas variações de funcionalidade – o que torna o espaço
bastante finalístico. Isso se comprova com a necessidade de
reestruturação da planta, a pedido de Oswald; com a dificuldade de disposição
dos cômodos (que, após a finalização, teriam capacidade de modificação limitada.), etc.

Outrossim, ao comparar as duas plantas realizadas por Oscar,
percebe-se essa finalística exacerbadamente na segunda, considerando a mudança feita
pelo arquiteto. Contudo, nela, o projeto ganha, na área da garagem, um espaço
de lazer bastante programático, o “Caramanchão”, que pode ser utilizado pelo
morador (pelos moradores) de diferentes modos.
Repost para correção de certos termos empregados anteriormente.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Intervenção RAN.ÇUS - Praça Dr. Prado - Projeto Inicial
Animação, feita a partir da ferramenta SketchUp, da proposta inicial de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg).
Problematização considerada: Falta de personalidade no espaço, desuso demasiado, falta de exploração, falta de interação interpessoal, monocromia do local (não convidativa).
Idealização: labirinto de "paredes" móveis, nas quais se encontram tipos distintos de características - a fim de provocar sensações diversas -, com intuito de causar uma maior exploração e a capacidade de alteração espacial por parte dos usuários, respectivamente.
domingo, 12 de novembro de 2017
Objeto Interativo Final - D.I.A.B.O
Apresentação do objeto interativo final, idealizado em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a partir da busca pela resolução dos problemas encontrados no ambiente estudado - Praça Dr. Prado, em Diamantina; MG - e com a aplicação de conceitos trabalhados e discutidos em aula (Parametrização, virtualidade, programaticidade, etc.).
Obs: objeto anteriormente denominado IT.
Edição: Giovanna Lopes
Prancha de corte - D.I.A.B.O
Circuito elétrico - desenvolvido com ajuda de monitores do LAGEAR - do objeto.
O objetivo era que, com a produção de sombras - a a partir dos possíveis usuários - o objeto iniciasse sua cinética.
___
Algumas fotos do objeto finalizado
Objeto Interativo Inicial - IT
Objeto interativo idealizado em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a partir da busca pela resolução dos problemas encontrados no ambiente estudado - Praça Dr. Prado, em Diamantina; MG - e com a aplicação de conceitos trabalhados e discutidos em aula (Parametrização, virtualidade, programaticidade, etc.).
Vídeo.
O objetivo era que, com a produção de sombras - a a partir dos possíveis usuários - o objeto iniciasse sua cinética.
Prancha apresentando algumas características.
Maquete | Protótipo em papelão.
Obs: objeto, posteriormente, sofreu alteração de nome para "DIABO".
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Crítica à Exposição - "Jardins", por FIVO
Com telas autorais, réplicas de obras e uma instalação,
Felipe Volponi – FIVO – traz, em sua exposição - "Jardins"-, uma representação de jardins e
espaços naturais, aos quais ele se recorda como ambiente de maior influência em
sua vida.
Primeiramente, a presença do jogo de cores (que, esteticamente, deixa os quadros agradáveis), adjunto da
objetivação do artista, se fazem eficazes, se considerado o caráter
contemplativo e crítico da obra; percebe-se claramente a oposição, pretendida
pelo artista, dos elementos naturais versus o conceito maciço de espaço urbano
atual , assim como a ligação dele com a temática trabalhada.
Em contraste, considerando a instalação pretendida por
Volponi, percebe-se o uso do quadro branco – que, na obra, consiste em uma
estrutura de cipós nas quais, em diversas folhas (folhas de papéis no formato
de folhas arbóreas), os usuários podem escrever livremente ou desenhar algo e,
em seguida, afixá-las nos cipós. Tal modo de instalação/interação pode não ser
tão interessante, observando a abertura exacerbada dada aos frequentadores, o
que pode acarretar, por conseguinte, em um não uso devido à falta de estímulo.
Por fim, as réplicas realizadas pelo autor se fazem,
parcialmente, interessantes. Contudo, a escassez de informação em relação a
significância daquelas obras para ele deixam um “vazio” na obra, consequentemente,
certa desconexão de sensações.
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Crítica Inhotim - "De Lama Lâmina"; Matthew Barney
De cunho contemplativo e crítico, a instalação “De Lama Lâmina”, situada na galeria de Matthew Barney, possui alto nível de elaboração
estética. O caminho de chegada ao local, primeiro, faz-se bastante condizente
com as cores e com a proposta do artista, algo que se funde com a mata, meio
escondido; as cores meio metálicas, meio terrosas conversam bastante com o
natural do local.
A forma nas quais as duas geodésicas se dispõem é interessante,
a estrutura engloba a obra interior de modo eficaz. O material espelhado,
aplicado internamente, proporciona uma visão variada dos momentos. Contudo, ao
meu ver, a estrutura rouba o protagonismo da crítica ali contida.
Existe toda uma mitologia por trás da “árvore e do trator”,
algo que necessita de explicação para o efetivo entendimento, o que ocasiona um
pouco de desinteresse. A priori, entende-se somente uma possível crítica ao
desmatamento e a certos tipos de exploração; somente após a leitura das
intenções do autor, disposta numa placa, próxima a obra, pode-se entender as
outras temáticas envolvidas, como a cultura dos orixás baianos.
Ademais, a ligação da obra com outras produções do artista
faz com que, caso não conheça os trabalhos por completo, os visitantes percam uma
parcela da experiência visada pelo autor, o que corrobora para o
desaparecimento da crítica em relação a estrutura que a guarda.
Obs: imagens não autorais, retiradas da internet
sábado, 7 de outubro de 2017
Crítica à Exposição - “O Corpo é a Casa”, de Erwin Wurm
Com a premissa de certa ressignificação de objetos e
momentos cotidianos, Wurm trouxe, em suas obras ("O Corpo é a Casa"), uma gama de pensamentos a respeito
do que passa despercebido no dia a dia. A capacidade humorística da obra e as
cores empregadas pelo artista são, de fato, algo que visa prender a atenção dos usuários e suas respectivas curiosidades – digo usuários pelo
fato que, na pretensão do artista, uma parcela dos feitos tem intuito de
interatividade e participação dos expectadores.


A metáfora empregada nas esculturas faz-se reflexiva e
interessante – apesar que, para uma parcela dos usuários, tal tom metafórico
poderia passar despercebido caso não houvesse textos explicativos dispostos no
local, o que tira da arte sua função de “falar por si só” –, o tom de crítica
ao consumo exacerbado é bastante comum, porém, é posto de forma curiosa ao
possibilitar a interação do usuário.
Por fim, no quesito de interatividade, o artista trabalha
com uma forma não tão libertadora, uma espécie de interatividade guiada –
considerando as predefinições e as orientações ali contidas, ou seja, o “como
usar”. Ao meu ver, essa preferência acabou por limitar os visitantes o que,
após certo tempo de interação, faz com que a obra se torne fatigante e repetitiva.
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