quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Critica à Exposição - "Faça Você Mesmo Sua Capela Sistina", por Pedro M. Bernardes


Com questionamentos diversos, porém, de maior presença, a dualidade entre religião e sexo, a exposição “Faça Você Mesmo Sua Capela Sistina” possui uma gama de pinturas e colagens com enfoques variados e interessantes. Pedro M. Bernardes, ex-aluno de Belas Artes da UFMG, deixou registrado, nas imagens contidas na mostra, um convite ao novo olhar das relações humanas transpassadas culturalmente, entre gerações. Segundo Pedro, ao analisar o bombardeio de informações contidas ali, deve-se perceber a não existência de “distância entre intensão e gesto” – ou seja, não há separação entre visão e ação.

Por fim, percebe-se também a relação de dominância do homem e seus “objetos” utilitários cotidianos, a sensação do prazer em disfrutar daqueles e, também, a desmistificação – ou não – desse prazer. 





domingo, 19 de novembro de 2017

Intervenção RAN.ÇUS - Praça Dr. Prado - Stop Motion

Stop motion da proposta de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg), na tentativa de possibilitar uma visualização específica das  possíveis interações desejadas entre usuários e obra.



Problematização considerada: Falta de personalidade no espaço, desuso demasiado, falta de exploração, falta de interação interpessoal, monocromia do local (não convidativa).
Idealização: labirinto de "paredes" móveis, nas quais se encontram tipos distintos de características - a fim de provocar sensações diversas -, com intuito de causar uma maior exploração e a capacidade de alteração espacial por parte dos usuários, respectivamente. 


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Repost: Crítica - Residência Oswald Andrade, A partir da discussão de FLUSSER


     Ao analisar a casa desenvolvida por Oscar Niemeyer – para Oswald De Andrade – utilizando dos conceitos de programática (FLUSSER,V), pode-se perceber algumas disparidades entre intenção e execução. Nesse contexto, é viável citar a grande diversidade de opções possibilitadas ao pátio aberto e, em contraste, a falta de liberdade de composição de ambientes internos, que acaba por limitar a programaticidade e a característica flexível e/ou polivalente dos espaços.
     O pátio, supracitado, contém características de adesão e envolvimento dos usuários com a obra – o piso interno que se projeta para o exterior (HERTZBERGER) é algo que adequa usuários ao meio. Além disso, a integração entre o interno e o externo é corroborada também pela adoção da fachada livre (LE CORBUSIER) e pela pequena praça existente no gramado (defronte a residência) – adjunto da integração, que busca, aparentemente, ser convidativa ao usuário, entre o piso do espaço aberto e o caminho de percurso até a casa. Assim, existe, parcialmente, uma abertura de variâncias de uso do espaço.

 http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/5252

     Em contrapartida, a priorização da estética por parte de Oscar – aparentemente – torna a estrutura limitada e a organização interna finalística. É sabido que, considerando a Tríade Vitruviana, uma obra arquitetônica deve possuir, em equilíbrio, as características fundamentais: funcionalidade, solidez e beleza. Quando Niemeyer decide seu foco na função estética da residência (as lajes inclinadas e côncava), acaba por limitar o uso do espaço interno e, por conseguinte, exclui diversas variações de funcionalidade – o que torna o espaço bastante finalístico. Isso se comprova com a necessidade de reestruturação da planta, a pedido de Oswald; com a dificuldade de disposição dos cômodos (que, após a finalização, teriam capacidade de modificação limitada.), etc. 

 http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/5252


     Outrossim, ao comparar as duas plantas realizadas por Oscar, percebe-se essa finalística exacerbadamente na segunda, considerando a mudança feita pelo arquiteto. Contudo, nela, o projeto ganha, na área da garagem, um espaço de lazer bastante programático, o “Caramanchão”, que pode ser utilizado pelo morador (pelos moradores) de diferentes modos. 


Repost para correção de certos termos empregados anteriormente.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Intervenção RAN.ÇUS - Praça Dr. Prado - Projeto Inicial

Animação, feita a partir da ferramenta SketchUp, da proposta inicial de Intervenção em ambiente estudado (Praça Dr. Prado - Diamantina, Mg).



Problematização considerada: Falta de personalidade no espaço, desuso demasiado, falta de exploração, falta de interação interpessoal, monocromia do local (não convidativa).
Idealização: labirinto de "paredes" móveis, nas quais se encontram tipos distintos de características - a fim de provocar sensações diversas -, com intuito de causar uma maior exploração e a capacidade de alteração espacial por parte dos usuários, respectivamente. 

domingo, 12 de novembro de 2017

Objeto Interativo Final - D.I.A.B.O

Apresentação do objeto interativo final, idealizado em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a partir da busca pela resolução dos problemas encontrados no ambiente estudado - Praça Dr. Prado, em Diamantina; MG - e com a aplicação de conceitos trabalhados e discutidos em aula (Parametrização, virtualidade, programaticidade, etc.). 


Obs: objeto anteriormente denominado IT. 
Edição: Giovanna Lopes



Prancha de corte - D.I.A.B.O


Circuito elétrico - desenvolvido com ajuda de monitores do LAGEAR - do objeto.
O objetivo era que, com a produção de sombras - a a partir dos possíveis usuários - o objeto iniciasse sua cinética. 

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Algumas fotos do objeto finalizado





Objeto Interativo Inicial - IT

Objeto interativo idealizado em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a partir da busca pela resolução dos problemas encontrados no ambiente estudado - Praça Dr. Prado, em Diamantina; MG - e com a aplicação de conceitos trabalhados e discutidos em aula (Parametrização, virtualidade, programaticidade, etc.).




Vídeo.

O objetivo era que, com a produção de sombras - a a partir dos possíveis usuários - o objeto iniciasse sua cinética.


Prancha apresentando algumas características.



Maquete | Protótipo em papelão.





Obs: objeto, posteriormente, sofreu alteração de nome para "DIABO".


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Crítica à Exposição - "Jardins", por FIVO


Com telas autorais, réplicas de obras e uma instalação, Felipe Volponi – FIVO – traz, em sua exposição - "Jardins"-, uma representação de jardins e espaços naturais, aos quais ele se recorda como ambiente de maior influência em sua vida.



Primeiramente, a presença do jogo de cores (que, esteticamente, deixa os quadros agradáveis), adjunto da objetivação do artista, se fazem eficazes, se considerado o caráter contemplativo e crítico da obra; percebe-se claramente a oposição, pretendida pelo artista, dos elementos naturais versus o conceito maciço de espaço urbano atual , assim como a ligação dele com a temática trabalhada.

Em contraste, considerando a instalação pretendida por Volponi, percebe-se o uso do quadro branco – que, na obra, consiste em uma estrutura de cipós nas quais, em diversas folhas (folhas de papéis no formato de folhas arbóreas), os usuários podem escrever livremente ou desenhar algo e, em seguida, afixá-las nos cipós. Tal modo de instalação/interação pode não ser tão interessante, observando a abertura exacerbada dada aos frequentadores, o que pode acarretar, por conseguinte, em um não uso devido à falta de estímulo.

Por fim, as réplicas realizadas pelo autor se fazem, parcialmente, interessantes. Contudo, a escassez de informação em relação a significância daquelas obras para ele deixam um “vazio” na obra, consequentemente, certa desconexão de sensações.

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