sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Crítica Inhotim - "De Lama Lâmina"; Matthew Barney

De cunho contemplativo e crítico, a instalação “De Lama Lâmina”, situada na galeria de Matthew Barney, possui alto nível de elaboração estética. O caminho de chegada ao local, primeiro, faz-se bastante condizente com as cores e com a proposta do artista, algo que se funde com a mata, meio escondido; as cores meio metálicas, meio terrosas conversam bastante com o natural do local.


A forma nas quais as duas geodésicas se dispõem é interessante, a estrutura engloba a obra interior de modo eficaz. O material espelhado, aplicado internamente, proporciona uma visão variada dos momentos. Contudo, ao meu ver, a estrutura rouba o protagonismo da crítica ali contida.


Existe toda uma mitologia por trás da “árvore e do trator”, algo que necessita de explicação para o efetivo entendimento, o que ocasiona um pouco de desinteresse. A priori, entende-se somente uma possível crítica ao desmatamento e a certos tipos de exploração; somente após a leitura das intenções do autor, disposta numa placa, próxima a obra, pode-se entender as outras temáticas envolvidas, como a cultura dos orixás baianos.



Ademais, a ligação da obra com outras produções do artista faz com que, caso não conheça os trabalhos por completo, os visitantes percam uma parcela da experiência visada pelo autor, o que corrobora para o desaparecimento da crítica em relação a estrutura que a guarda. 



Obs: imagens não autorais, retiradas da internet

Croquis Inhotim - Instalação "De Lama Lâmina"; Matthew Barney

Croquis propostos em visita à Inhotim, galeria de Matthew Barney.









sábado, 7 de outubro de 2017

Crítica à Exposição - “O Corpo é a Casa”, de Erwin Wurm


Com a premissa de certa ressignificação de objetos e momentos cotidianos, Wurm trouxe, em suas obras ("O Corpo é a Casa"), uma gama de pensamentos a respeito do que passa despercebido no dia a dia. A capacidade humorística da obra e as cores empregadas pelo artista são, de fato, algo que visa prender a atenção dos usuários e suas respectivas curiosidades – digo usuários pelo fato que, na pretensão do artista, uma parcela dos feitos tem intuito de interatividade e participação dos expectadores.

                        


A metáfora empregada nas esculturas faz-se reflexiva e interessante – apesar que, para uma parcela dos usuários, tal tom metafórico poderia passar despercebido caso não houvesse textos explicativos dispostos no local, o que tira da arte sua função de “falar por si só” –, o tom de crítica ao consumo exacerbado é bastante comum, porém, é posto de forma curiosa ao possibilitar a interação do usuário. 

                       


Por fim, no quesito de interatividade, o artista trabalha com uma forma não tão libertadora, uma espécie de interatividade guiada – considerando as predefinições e as orientações ali contidas, ou seja, o “como usar”. Ao meu ver, essa preferência acabou por limitar os visitantes o que, após certo tempo de interação, faz com que a obra se torne fatigante e repetitiva.







sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Seminário de Design de Interação



Primeiramente, a partir da proposta do seminário – “estudo” de interações a partir de obras e artistas – em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), foram escolhidas duas obras de artistas distintos.


Zimoun




Em específico, escolhemos uma obra que fora instalada, pelo artista Zimoun, numa igreja da Áustria - a primeira instalação mostrada no vídeo. A obra, de modo geral, aproveita bastante das características arquitetônicas do espaço, algo que o grupo achou interessante - apesar de as interações físicas de usuários serem inexistentes. 


Patrick Shearn


A segunda obra escolhida é "Liquid Shard", idealizada por Patrick Sharn, adjunto do grupo "Poetic Kinetics", que trabalha na instalação da intervenção num espaço público, modificando, por conseguinte, as percepções dos usuários daquele. 


Em segundo, após a leitura de textos indicados, o grupo, para fim de debate em classe, elaborou a seguinte pergunta à ser discutida: "Como alcançar a virtualidade sem atingir os extremos (Digital, Caixas branca e preta, interação guiada)?"


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Performance - Praça Dr. Prado

Performance idealizada e realizada em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a partir do objetivo de "ocupação do espaço" escolhido (Praça Dr. Prado), em Diamantina - MG.


Edição: Giovanna Lopes

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Rede De Implicações - Praça Dr. Prado

Rede de implicações, elaborada pelo grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), a respeito dos fatores, características e percepções do local escolhido (Praça Dr. Prado). Tal problematização tem o intuito de encontrar as falhas e acertos, considerados pelos alunos, a respeito do local.



Modelagem SketchUp - Praça Dr. Prado

Modelagem, na ferramenta SketchUp, da local escolhido em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.) para realização das atividades propostas em Diamantina - MG.
Endereço: Praça Doutor Prado, Centro, Diamantina - MG. CEP: 39100-000



terça-feira, 3 de outubro de 2017

Dinâmica Da Argila

Performance de criação de objeto, a partir da dinâmica proposta pelos professores (dinâmica da argila), desenvolvida em grupo (Carlos Victor, Gabriel Spagnol, Giovanna Lopes, Isabela Catarina, Maria Elena e Tereza Gouveia.), em Diamantina - MG. 



Croquis - Diamantina, MG.

Croquis propostos durante a visita à Diamantina, MG.



Croquis Praça Dr. Prado; Croqui Catedral Santo Antônio (respectivamente). 


Croquis Hotel Tijuco; Croqui mirante Hotel Tijuco; Croqui Praça da Unesco (respectivamente).


Croquis Praça Dr. Prado.







 


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